A taxa de desemprego do primeiro trimestre de 2007 foi de 8,4%, num total de 469,9 mil indivíduos desempregados, dos quais 210,6 mil homens e 259,2 mulheres. Deste número de desempregados, 340,5 mil indivíduos tem habilitações até ao ensino básico, 73,5 mil tem o secundário e 55,9 mil frequentaram o ensino superior.
A evolução da taxa de escolarização do ensino secundário sextuplicou nos últimos trinta anos. No ano lectivo de 1977/78 esta taxa ficava nos 8,9%, passando para 23,7% em 1987/88. No ano de 1997/98 esta taxa chegava já aos 59,1%, pouco balançando nos anos seguintes. Em 2004/05 a taxa de escolarização do ensino secundário estava nos 59,8%.
Em 1999, a percentagem de jovens entre os 20 e os 24 anos que concluíram o ensino secundário era de 40,1%, sendo que 33,6% eram do sexo masculino e 46,7% do sexo feminino. Em 2005, a percentagem total situava-se nos 48,4%, continuando a registar-se uma percentagem mais baixa de homens (40,4%) relativamente às mulheres (56,6%).

No ano lectivo de 2004/05, a taxa de retenção e desistência no ensino básico em Portugal continental, era de 11,5%, sendo que em Castelo de Paiva era de 12,9%, em Felgueiras de 10,1%, em Lousada de 12,2%, em Paços de Ferreira de 10,2%, em Paredes de 13,2% e em Penafiel de 11%.
No mesmo período, a taxa de transição/conclusão do ensino secundário, em Portugal continental, era de 68,1%, sendo em Castelo de Paiva de 69,8%, em Felgueiras de 69,5%, em Lousada de 62,5%, em Paços de Ferreira de 75,7%, em Paredes de 67,9% e em Penafiel de 72,7%.

Relativamente à educação pré-escolar, no ano lectivo de 1999/00 a taxa de escolarização era de 73,3%, variando pouco nos anos seguintes, registando-se em 78,4% em 2005/06.
A despesa das administrações públicas em educação, em 2000, foi de 805,3 euros per capita, subindo consideravelmente nos anos seguintes, até chegar aos 998,2 euros em 2004.
Por sua vez, a despesa de consumo final das famílias em educação foi, em 1999, de 83,5 euros per capita, chegando aos 104,9 euros em 2003.
Todos os dados acima referidos têm como fonte o Instituto Nacional de Estatística (INE) e o Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo (GIASE), a quem o INE delegou competências em 1992 quanto à produção de estatísticas oficiais da educação.