A primeira fase da intervenção abrangeu dezassete monumentos sob a tutela da Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais. Desta fase destaca-se a Torre de Vilar, por exemplo, pelo contraste verificado antes e depois da sua recuperação. Assim como a Ponte de Espindo e a Ponte de Vilela, obras já terminadas.
Segue-se, agora a possibilidade de uma intervenção no Mosteiro de Cête e no Mosteiro de Paço de Sousa, monumentos sob a tutela do IPPAR.
A requalificação dos monumentos integrantes da “Rota do Românico” é um passo decisivo para a promoção do turismo no Vale do Sousa. Isto, além de valorizar toda a região, dotando-a de um património rico e recuperado.
Dois exemplos de uma requalificação de dois dos monumentos mais representativos do Vale do Sousa:

Torre de Vilar, antes e depois

Ponte de Vilela, antes e depois
A Rota do Românico do Vale do Sousa possui uma dimensão estrutural e um carácter transversal que apenas serão bem sucedidos se houver um equilíbrio de responsabilidades entre os diversos parceiros. O Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), a Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), o Instituto de Turismo de Portugal (ITP), a Diocese do Porto, a Associação para o Desenvolvimento do Turismo na Região do Norte (Adeturn) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) são as principais entidades envolvidas na RRVS, cuja gestão está a cargo da Valsousa.