As Caves do Monte, em Sousela, Lousada, são actualmente um dos mais importantes marcos do sector vinícola, estando presente em todo o território nacional e em mercados como o francês e o alemão.
A história das Caves do Monte começou em 1992, ano em que Agostinho Freitas e José Leal uniram esforços, no sentido de desenvolver uma marca capaz de se afirmar no sector dos vinhos.
Com uma estratégia assente na qualidade, as Caves do Monte foram traçando o seu caminho até que, já em 2000, Agostinho Freitas assume o controle total da empresa e enceta uma autêntica revolução que teve a sua parte mais visível, dois anos mais tarde, na mudança e reestruturação de instalações.
Hoje, com 3600 metros quadrados de área de engarrafamento, esta empresa tem capacidade, através de três linhas de engarrafamento totalmente automatizadas, para engarrafar seis milhões de litros por ano.
Para breve, este número será ainda mais elevado, visto que está, neste momento, a ser delineada uma quarta linha de engarrafamento, esta vocacionada para o tetrapack, um nicho de mercado que será explorado brevemente.

Prevista está, de igual modo, uma nova unidade de produção em Moçambique que abastecerá mercados como Angola, S. Tomé e Príncipe e Nigéria. Estes, juntamente com o Brasil, serão os países onde as Caves do Monte farão a sua próxima aposta.
Vinhos verdes como o Valmesio, Portão da Eira, Ribeiro Neto e Valteiro e maduros como Alma da Vinha, Coutadas Velhas, Estabio e Castro Velho passarão, assim, a estar espalhados por vários pontos do mundo, contribuindo para o aumento da facturação que, em 2005, atingiu os quatro milhões de euros, menos um milhão e 200 mil contos do que o recorde da empresa atingido em 2001.
Em pleno processo de certificação de qualidade, as Caves do Monte pretendem crescer 30 por cento nos próximos dois anos, mantendo os 20 funcionários que presentemente compõem os quadros da empresa.